Já são 23.582 as notificações da tríplice virose provocada
pelo mosquito Aedes aegypt em Itabuna. Os números foram divulgados pelo
Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde.
Eles indicam que, de janeiro a 10 de março, foram
registrados 13.190 casos de dengue, 7.398 de zika vírus e 2.994 de chikungunya,
referentes a pacientes somente em Itabuna.
O secretário municipal de Saúde, Paulo Bicalho, declarou que
as três arboviroses representam um grande desafio à saúde pública não só em
Itabuna, mas em todo o país, principalmente porque o vírus não escolhe público.
“Tanto pode afetar os recém-nascidos como pessoas adultas e
idosas, provocando danos à saúde e ao bem-estar da população atingida por
qualquer uma dessas doenças”.
A situação de epidemia é tão crítica que tem comprometido o
funcionamento de algumas empresas com a falta ao trabalho de funcionários em
decorrência de alguma doença provocada pelo Aedes aegypt.
“Por isso, a ordem, é acabar com o mosquito antes mesmo de
ele nascer, o que vem sendo feito por meio de uma série de ações realizadas em
vários bairros, simultaneamente, com prioridade para os que apresentam índices
altos”.
Uma das atividades que vem surtindo efeito satisfatório é o
faxinaço realizado toda quarta-feira em um bairro. Nesta semana a grande faxina
já está confirmada para o Conceição, um dos mais afetados pelas arboviroses.
O bairro conta com uma população de quase 10 mil habitantes.
Pelos cálculos da Vigilância Epidemiológica, mais da metade contraiu uma das
três doenças.
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