Diversas unidades de saúde do estado estão superlotadas com a enfermidade.
Nessa época do ano, é comum a chegada das chuvas e, com elas, as moscas ressurgem. Através disso, as doenças sazonais – surto de diarreia, vômito, febre, dor de cabeça, dores musculares – vêm lotando as emergências dos hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os postos de saúde.
Com as chuvas, os poços transbordam, o nível do lençol freático sobe e há a proliferação de moscas, que pousam no ambiente contaminado, disseminando o agente etiológico. Como suspeita-se que o principal vetor do surto é o inseto, que proliferou muito nas duas últimas semanas, o quadro de náuseas, diarreia e febre passou a ser denominado popularmente de “virose da mosca”.
Na maioria dos casos não há necessidade de internação.
O tratamento é feito com hidratação oral. Se houver mais de dez evacuações por dia, com vômito, é preciso reidratação venosa, por algumas horas, em unidade de atendimento médico.
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